Educação em chargeback · Para lojistas brasileiros

Da dúvida ao
caso entendido.

Chargeback tem regra, prazo e caminho.
A gente ajuda você a entender cada um.

VisaMastercard
Sem julgamento. Um passo de cada vez.
Conheça o CBK Fácil10 segundos para conhecer a proposta. Cenas ilustrativas.
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Conteúdo aberto + ferramentas gratuitasEducar antes de vender. Sempre.
01 / Entenda o caminho

Uma disputa. Etapas diferentes.

Primeiro, localize o caso. Depois, organize a resposta com o seu adquirente.

Recebeu uma disputa agora?Abra seu roteiro de primeira resposta +

Comece pelo aviso.

Confira bandeira, motivo, etapa e prazo informado pelo adquirente. Esse prazo operacional pode ser menor que o da bandeira.

Visa

Allocation / Collaboration
01
INÍCIO

Chargeback

O emissor registra a contestação. O motivo e as condições do caso definem as possibilidades de resposta.

02
DOIS CAMINHOS

Allocation ou Collaboration

Allocation atribui responsabilidade por regras automatizadas. Collaboration permite a troca de informações entre emissor e adquirente.

03
30 DIAS

Resposta e pré-arbitragem

Resposta à disputa inicial: 30 dias corridos. Resposta à pré-arbitragem: 30 dias. Faixas de 5 dias afetam taxas, não esse teto.

04
10 DIAS

Arbitragem

No fluxo de referência, o emissor escala o caso e o adquirente tem 10 dias corridos para responder.

Mastercard

Rodadas de resposta
01
INÍCIO

Chargeback do emissor

O motivo e o sistema de processamento orientam o fluxo. Confirme a data de referência na comunicação do adquirente.

02
45 DIAS

Segunda apresentação

O adquirente apresenta a resposta em até 45 dias corridos, a partir do marco aplicável ao chargeback.

03
30 DIAS

Pré-arbitragem

Resposta em 30 dias corridos. Sem resposta: auto-accept no Dual Message System; auto-reject no Single Message System. Confirme o sistema do caso.

04
45 DIAS

Arbitragem

Se o caso seguir, o emissor tem até 45 dias corridos para protocolar a petição de arbitragem.

i
Prazos corridos entre participantes da rede; o prazo para sua loja pode ser menor. Nem todo caso passa por todas as etapas. Regra pública Visa ↗ · Regra pública Mastercard ↗
02 / Tire suas dúvidas

Entender fica mais fácil praticando.

5 perguntas rápidas, sem cadastro. Responda e veja a explicação na hora — é só pra você mesmo, ninguém mais vê isso.

1. Qual a diferença entre estorno e chargeback?
Estorno (ou reembolso) é uma decisão sua, voluntária. Chargeback é uma contestação formal aberta pelo portador do cartão junto ao banco emissor — o valor pode ser retirado mesmo sem sua concordância, daí a importância de responder dentro do prazo.
2. O que é o "reason code" de um chargeback?
Cada chargeback chega com um código (fraude, mercadoria não recebida, erro de processamento etc.) que define exatamente que tipo de evidência você precisa reunir pra contestar. Enquadrar a defesa no código errado é um dos jeitos mais comuns de perder um caso.
3. Se você perder o prazo de resposta de um chargeback...
O prazo é decisivo: perder a janela de resposta pode impedir a defesa. O efeito do silêncio varia conforme a etapa e o sistema; na pré-arbitragem Mastercard, Dual Message e Single Message têm resultados diferentes. Siga o prazo do adquirente.
4. Um índice de chargeback alto pode...
Visa e Mastercard acompanham esse índice mês a mês. Passar do limite pode te enquadrar em programas de monitoramento — com taxas extras e, em casos extremos, risco pra sua conta — mesmo sem aviso individual prévio. Dá pra calcular o seu logo abaixo.
5. Pra que servem alertas pré-chargeback (tipo Verifi ou Ethoca)?
Esses alertas te dão uma janela de horas pra agir — geralmente reembolsando — antes que a disputa vire um chargeback formal. A prevenção depende de cobertura, prazo e execução. O efeito no monitoramento também depende das regras de contagem e do momento da extração dos dados.
PERGUNTA 1 DE 5
03 / Consulta rápida

O código conta uma parte da história.

Encontre o motivo. Veja o que vale reunir. O código é atribuído no fluxo da disputa; a loja responde à alegação recebida.

Bandeira / códigoMotivoComece reunindo
Visa10.4Fraude — cartão ausenteRegistros de autenticação, vínculo com o pedido e uso do serviço. 3DS e CE 3.0 dependem de elegibilidade.
Visa12.6Duplicidade ou pagamento por outro meioIdentificadores das cobranças e comprovantes dos pagamentos. Verifique a subcondição recebida.
Visa13.1Produto ou serviço não recebidoPedido, prazo combinado, rastreio e evidência de entrega ou prestação.
Visa13.6Crédito não processadoComprovante de reembolso, valor, data e referência da operação.
Visa13.7Mercadoria ou serviço canceladoSolicitação de cancelamento, política apresentada e histórico de atendimento.
Mastercard4808AutorizaçãoRegistro e resultado da autorização; confira a condição específica.
Mastercard4837Sem autorização do titularAutenticação, dados do pedido e evidências compatíveis com a alegação.
Mastercard4853Desacordo do portadorEntrega, descrição da oferta, cancelamento ou reembolso, conforme a subcondição.
Mastercard4870 / 4871Responsabilidade EMVDados de leitura e processamento do chip e condições de responsabilidade aplicáveis.

Referência não exaustiva. Regra pública Visa ↗ · Regra pública Mastercard ↗

Consulte os prazos de referência 120 · 45 · 30 · 10 dias +
120dias

Abertura da disputa

Janela frequente em determinadas condições. Não é prazo universal: marco inicial e exceções variam.

45dias

Mastercard · Segunda apresentação

Resposta do adquirente ao chargeback, a partir do marco aplicável à etapa.

30dias

Visa · Resposta inicial

Dias corridos. Tiers afetam taxas dentro da janela, não o prazo máximo.

30dias

Visa e Mastercard · Pré-arbitragem

Cada etapa tem seu relógio. Confirme o sistema e o prazo operacional.

45dias

Mastercard · Petição de arbitragem

Janela de referência para o emissor protocolar após a pré-arbitragem.

10dias

Visa · Resposta à arbitragem

Janela do adquirente para responder à escalada do emissor.

Dois profissionais revisam documentos e transações em um computador
Do número à decisão

O índice mostra o resultado.
A causa mostra por onde começar.

04 / Ferramentas gratuitas

Coloque os números em perspectiva.

Escolha entre acompanhar o índice geral da operação ou consultar a referência de uma bandeira. São cálculos diferentes. Use quantidades, não valores em reais; os dados ficam nesta página.

Índice geral de chargeback da operação Presenciais + não presenciais · todas as bandeiras +

Para acompanhamento interno: some os dados de todas as bandeiras no mesmo mês. Informe chargebacks recebidos no mês, mesmo que a venda original seja de outro mês. Transações recusadas e relatos de fraude sem chargeback não entram como chargebacks.

Se um canal não se aplica, informe zero nos campos desse canal. O total de vendas precisa ser maior que zero.

Indicador interno
—

Total de chargebacks recebidos no mês ÷ total de vendas liquidadas no mês × 100.

Este índice não é VAMP, ECM ou HECM e não usa os limites desses programas.

Visa: qual número você quer acompanhar?

Para acompanhar seus chargebacks Visa, use o índice abaixo. A referência VAMP fica em um cálculo separado, mais adiante.

Acompanhamento interno da loja

Índice de chargeback Visa

Vendas presenciais + não presenciais. Somente Visa.

Escolha um mês. Informe quantas vendas Visa foram liquidadas e quantos chargebacks Visa você recebeu nesse mês, separados pelo canal da venda original. Não use valores em reais.

1. Vendas presenciais

Compras feitas com o cartão ou dispositivo presente, conforme o relatório do adquirente.

2. Vendas não presenciais

Compras pela internet ou outros canais classificados como não presenciais pelo adquirente.

Não vende em um dos canais? Informe zero nos dois campos desse canal. Conte os chargebacks recebidos no mês mesmo que a venda original seja de outro mês. Vendas recusadas e relatos de fraude sem chargeback não entram aqui.

Seu resultado Visa
—

Veja o índice presencial, o não presencial e o total Visa, separadamente.

Em cada base: chargebacks recebidos ÷ vendas liquidadas × 100.

Indicador interno, sem classificação por limites do VAMP. Este cálculo não inclui relatos de fraude TC40.

Programas das bandeiras: cálculos separados

Use estes campos quando quiser consultar as referências dos programas. As bases são diferentes do índice interno acima.

Referência VAMP

Visa · só não presenciais

Aqui entram apenas dados Visa não presenciais: relatos de fraude + chargebacks. Para incluir vendas presenciais no acompanhamento da sua loja, use o Índice de chargeback Visa acima. Use somente dados Visa não presenciais nos três campos abaixo.

Estimativa bruta: (TC40 + TC15) ÷ transações liquidadas × 100. Todos os dados devem ser Visa não presenciais. Exclusões elegíveis não são aplicadas aqui.

—

Seu resultado aparece aqui.

Mastercard

Referência ECM / HECM

Chargebacks do mês atual ÷ transações do mês anterior. Índice e volume precisam atingir o mesmo patamar juntos.

—

Seu resultado aparece aqui.

i
Simulação educativa, não enquadramento oficial. Visa: referência de 1,5% e 1.500 eventos/mês. A fonte pública consultada ressalva o Brasil; confirme a regra aplicável à sua conta com o adquirente. Mastercard: 1,5% + 100 e 3% + 300, sempre com ambos os critérios. Critérios contratuais e de acompanhamento também podem se aplicar. Fonte pública VAMP ↗ · Programas Mastercard ↗
Quanto as disputas estão custando? Simular em reais +

Estime a receita não recuperada e os custos adicionais. Não some o custo do produto à receita perdida para evitar dupla contagem.

Impacto estimado
R$ —

Preencha com os dados da sua operação. Sem percentuais presumidos.

05 / Curso CBK Fácil

Aprenda no seu ritmo. Aplique na sua loja.

Se o que você viu até aqui fez sentido e você quer o passo a passo completo: cinco módulos, do fundamento à prevenção. O Módulo 1 é gratuito — abra pelo cadastro abaixo. Os módulos 2 a 5 estão em desenvolvimento.

MÓD. 01 grátis*

Fundamentos e o ciclo da disputa

Estorno, chargeback e reembolso voluntário — e por que essa diferença muda sua métrica.

MÓD. 02

Reason codes na prática

As categorias que realmente importam, e onde Visa e Mastercard divergem.

MÓD. 03

Prazos e o fluxo com o adquirente

Onde a maioria das defesas trava antes mesmo de serem lidas.

MÓD. 04

Evidências que convencem

O que cada reason code exige — e como estruturar a narrativa da defesa.

MÓD. 05

Prevenção

Sinais de alerta pré-chargeback e como reduzir a taxa de disputa antes que ela aconteça.

* grátis, mediante preenchimento do formulário abaixo

MÓDULO 1 GRATUITO

Seu primeiro passo começa aqui.

Faça seu cadastro sem sair do site e abra os 11 slides do Módulo 1. Você também pode baixar a apresentação.

06 / Diagnóstico gratuito

Às vezes, uma conversa clareia o caso.

30 minutos. Um caso da sua operação. Sem custo e sem compromisso.

  • → Olhamos junto uma disputa recente sua
  • → Explicamos qual reason code, prazo ou evidência está em jogo
  • → Você entende a lógica por trás da decisão da bandeira
  • → No fim, você decide se quer seguir sozinho ou com apoio

Não é obrigatório ter passado pelo curso ou pela calculadora antes — é só uma oferta pra quem preferir conversar com alguém em vez de ler sozinho.

Vamos entender juntos.

Conte o que sua empresa precisa. Retornaremos pelo contato informado para combinar a conversa de 30 minutos.

07 / Para levar com você

Dê um lugar para cada prazo.

Organize as etapas em uma planilha de referência. Use o marco de cada evento e priorize o prazo operacional confirmado pelo adquirente.

Visa (VROL) · Resposta à Disputa Inicial30 dias
Mastercard · Collaboration Hold (quando aplicável)72h
Mastercard · Segunda Apresentação45 dias
Mastercard · Resposta à Pré-Arbitragem30 dias
Visa (VROL) · Resposta à Arbitragem10 dias
PLANILHA GRATUITA

Organize seus próximos prazos.

Cadastre-se para baixar a planilha. Se quiser conversar sobre consultoria, marque essa opção no formulário.

COMECE PELO BÁSICO

Chargeback, sem complicar.

Respostas rápidas para quem está começando a gerenciar disputas de cartão.

O que é chargeback (CBK)?

Chargeback é uma contestação de uma compra com cartão, tratada no processo de disputa entre os participantes do pagamento. Para o lojista, o primeiro passo é identificar o motivo recebido, a etapa e o prazo informado pelo adquirente.

Qual a diferença entre estorno e chargeback?

Um reembolso pode partir da própria loja. No chargeback, a contestação chega pelo emissor do cartão. Antes de devolver um valor, confira se já existe disputa ou crédito processado para evitar uma devolução em duplicidade.

Como responder a um chargeback?

Confira a notificação do adquirente, o reason code e o prazo operacional. Reúna documentos que respondam à alegação e acompanhe as próximas etapas. Abra o roteiro de primeira resposta.

Como calcular o índice de chargeback?

No indicador interno, divida a quantidade de chargebacks recebidos pela quantidade de vendas liquidadas na base escolhida e multiplique por 100. Programas das bandeiras usam critérios próprios. Use as calculadoras com bases separadas.

Vendas presenciais também podem ter chargeback?

Sim. No acompanhamento interno Visa, o site separa vendas presenciais e não presenciais. A referência VAMP tem uma base específica e aparece em outra calculadora, com as ressalvas de aplicação.

As ferramentas são gratuitas?

O quiz e as calculadoras são abertos. O Módulo 1 e a planilha são liberados após o envio do cadastro aqui no site. O diagnóstico inicial de 30 minutos é gratuito; o horário é combinado após a solicitação.

08 / Conteúdo aberto

Menos ruído. Mais entendimento.

Leituras para ligar a regra à rotina da operação. Abra o tema que faz sentido para você agora.

Lojista analisa um comprovante e reúne evidências de uma compra
REASON CODES · LEITURA ABERTA

5 erros ao enquadrar reason code

Uma defesa começa pela pergunta certa.

Gestor organiza os prazos das disputas com calendário e agenda
PRAZOS · LEITURA ABERTA

O prazo que ninguém olha até estourar

A pré-arbitragem merece seu próprio relógio.

Lojista acompanha alertas no celular para agir a tempo
PREVENÇÃO · LEITURA ABERTA

Alertas pré-chargeback: quando valem a pena

Entenda o papel de cada ferramenta.

REASON CODES

5 erros ao enquadrar reason code

O reason code descreve a alegação que chegou à sua loja. Não é um código que você escolhe para tornar a defesa mais fácil. Entender o motivo ajuda a selecionar evidências relevantes e conversar com o adquirente.

1. Responder à história, sem conferir a alegação

Um pedido entregue pode ser contestado por não reconhecimento da compra. O rastreio ajuda a mostrar entrega, mas não demonstra sozinho que o titular autorizou a transação. Leia o motivo e a subcondição antes de selecionar documentos.

2. Confundir autorização com autenticação

Uma transação aprovada não comprova, por si só, a participação do titular. Registros de autenticação e eventuais condições de transferência de responsabilidade precisam ser avaliados no contexto do caso. Evite tratar 3DS ou CVV como garantia universal de vitória.

3. Usar a mesma resposta em todo desacordo

Não recebimento, produto diferente do anunciado e cancelamento são problemas distintos. Para entrega, organize prazo combinado e comprovação de recebimento. Para descrição, preserve a oferta apresentada. Para cancelamento, mostre a solicitação, o atendimento e o que foi executado.

4. Deixar o reembolso fora da linha do tempo

Se houve devolução, reúna data, valor, identificador e canal utilizado. Antes de reembolsar novamente um caso já contestado, alinhe o procedimento com o adquirente para evitar devolução duplicada. Um pagamento por outro meio exige conciliação cuidadosa.

5. Acumular anexos sem explicar o vínculo

Um pacote extenso não substitui uma narrativa clara. Relacione cada evidência ao pedido, à transação e à alegação. Identifique datas e referências e envie apenas o necessário pelo canal indicado. A análise depende das regras e das condições do caso; nenhum anexo garante o resultado.

Leve para a rotina

Crie uma matriz simples: motivo recebido, evidência necessária, responsável pela coleta e prazo de envio. Se o código parecer incompatível com os fatos, registre a divergência e peça orientação ao adquirente sobre as possibilidades de resposta.

Fontes e consulta: Regra pública Visa ↗ · Regra pública Mastercard ↗

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PRAZOS

O prazo que ninguém olha até estourar

Responder ao chargeback não significa que o caso terminou. Uma nova etapa pode exigir uma nova decisão, outros documentos e um responsável atento à notificação.

O prazo da rede e o prazo da loja

O adquirente precisa receber, revisar e encaminhar sua resposta. Por isso, pode solicitar seus documentos antes do limite da bandeira. Para operar, registre o vencimento informado no portal ou aviso e confirme qualquer divergência. O dia em que alguém leu o e-mail não é necessariamente o marco da contagem.

Visa: 30 dias e uma janela mais curta adiante

A referência adotada é de 30 dias corridos para resposta inicial e 30 dias para resposta à pré-arbitragem. As faixas de 5 dias dentro da janela alteram taxas, não o prazo máximo. No fluxo de arbitragem considerado aqui, o emissor escala e o adquirente responde em 10 dias corridos.

Mastercard: atenção ao sistema

A segunda apresentação tem referência de 45 dias corridos; a resposta à pré-arbitragem, 30. O silêncio na pré-arbitragem tem efeitos diferentes: auto-accept no Dual Message System e auto-reject no Single Message System. Confirme o sistema de processamento, sem deduzi-lo apenas pelo nome do produto. A petição de arbitragem do emissor tem referência de 45 dias.

Uma linha por etapa

Seu controle precisa distinguir abertura, segunda apresentação, pré-arbitragem e arbitragem. Registre o evento de referência, a data, o prazo operacional, o responsável e o comprovante de envio. Uma coluna genérica chamada “data do caso” não representa todos esses relógios.

Transforme prazo em controle

Defina alguém para receber a notificação e alguém para cobrir ausências. Faça uma revisão diária dos casos próximos do vencimento. Acompanhe quantas respostas foram enviadas no prazo: esse indicador revela uma fragilidade antes que ela apareça como perda financeira.

Fontes e consulta: Regra pública Visa ↗ · Regra pública Mastercard ↗

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PREVENÇÃO

Alertas pré-chargeback: quando valem a pena

Prevenir uma disputa pode começar antes de qualquer alerta. Informações claras sobre a compra ajudam o cliente a reconhecer a cobrança. Quando a contestação já começou, uma solução de pré-disputa pode abrir outra oportunidade de resolução.

RDR e CDRN: decisões diferentes

O RDR resolve pré-disputas Visa automaticamente por regras configuradas. O CDRN permite uma decisão do lojista e crédito em até 72 horas, com cobertura Visa e não Visa conforme participação. Portanto, CDRN não é exclusivo de Visa. Confira a cobertura e o funcionamento com seu fornecedor.

Ethoca Alerts: informação para agir

O Ethoca Alerts compartilha dados de fraude e disputa entre participantes para permitir ação rápida, como interromper o envio ou reembolsar. A utilidade depende de receber o alerta, localizar o pedido e agir dentro do prazo operacional acordado.

Reconhecimento antes do reembolso

Order Insight e Ethoca Consumer Clarity oferecem informações da compra para ajudar no reconhecimento. São diferentes de uma regra automática de devolução. Descritor reconhecível, recibo claro e atendimento acessível também devem fazer parte da prevenção.

Prevenção não é receita recuperada

Resolver por crédito ao cliente tem um custo. Compare taxas, operação e reembolsos com as perdas e custos que seriam evitados. Separe alertas recebidos, tratados no prazo, resolvidos e convertidos em chargeback; contabilizar todos como prevenção esconde o resultado real.

E o índice?

O efeito depende das regras do programa. A fonte pública VAMP prevê exclusões de pré-disputas resolvidas e de certos relatos de fraude elegíveis ao CE 3.0, condicionadas ao momento da extração. Um reembolso isolado não autoriza subtrair qualquer evento da contagem.

Uma decisão para a sua operação

Antes de contratar, peça cobertura por emissor, prazo de ação, cobrança por evento e procedimento contra duplicidade de reembolso. Compare casos resolvidos com um cenário sem a ferramenta. Esse cálculo deve vir acompanhado da correção da causa: atraso, cobrança pouco clara ou falha no cancelamento.

Fontes e consulta: Verifi: RDR e CDRN ↗ · Mastercard: Ethoca Alerts ↗ · Mastercard: Consumer Clarity ↗ · Visa: VAMP ↗

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Do chargeback à gestão de riscos 3 ideias para a operação +
01 / PREVENTIVO

Evite a dúvida.

Revise descritor, comprovante de compra e política de cancelamento. Acompanhe reclamações de não reconhecimento antes de olhar só o chargeback fechado.

02 / DETECTIVO

Enxergue a tempo.

Monitore alertas sem tratamento e casos próximos do vencimento. Um indicador de risco só ajuda quando alguém sabe qual ação tomar.

03 / CORRETIVO

Feche a causa.

Investigue o motivo recorrente e acompanhe a correção. Taxa de vitória isolada não mostra custo, receita recuperada nem prevenção.

Síntese editorial CBK Fácil para organizar controles; não é classificação oficial das bandeiras.

Fontes públicas e critérios editoriais Consulta: 11 set. 2026 +

Explicações autorais, com referências públicas. Prazos e critérios dependem do fluxo, da região e do contrato; consulte o adquirente para um caso concreto.

O material público VAMP consultado prevê anúncio separado para o Brasil. A calculadora apresenta uma referência matemática, sem afirmar enquadramento local. Os prazos operacionais de referência seguem a curadoria técnica do projeto.

Reason codes de chargeback: 5 cuidados na resposta

Prazos de chargeback e pré-arbitragem para lojistas

Alertas pré-chargeback: RDR, CDRN e Ethoca

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Além de entender uma disputa, vale olhar para o que ela revela sobre a operação. Acompanhe a série de Filipe Silva sobre chargeback e gestão de riscos.

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